Lixo da Pandemia começa a aparecer nas praias paulistas

Instituto Argonauta diagnostica lixo oriundo da Pandemia. Somente em um dia foram recolhidas 5 máscaras pela equipe do Instituto
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Assim como vem acontecendo em outros lugares do mundo, no litoral brasileiro não tem sido diferente: máscaras utilizadas para proteção facial em meio a pandemia da COVID-19 estão sendo descartadas irregularmente nas praias brasileiras. Um vídeo sobre o assunto vem viralizando na internet, e mostra Gary Stokes, fundador do grupo pela conservação marinha OceansAsia, segurando máscaras coletadas em praia de Hong Kong.
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Da Ásia para o Brasil, especificamente no litoral norte de São Paulo (Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela), a equipe técnica do Instituto Argonauta para Conservação Costeira e Marinha tem registrado o descarte inadequado desses aparatos de segurança através do Boletim do Lixo, emitido mensalmente pela instituição em parceria com o Aquário de Ubatuba. Diariamente técnicos do Argonauta realizam um registro fotográfico da situação das praias do LN com relação a presença de resíduos sólidos, além da coleta e classificação sistemática desse lixo.
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De acordo com o Boletim, desde o início da Pandemia mais de 20 máscaras foram encontradas nas areias das praias do LN até o último dia 7 de julho. O material foi encontrado pela equipe nas praias: Capricórnio, Cocanha, Massaguaçu, Mococa e Prainha em Caraguatatuba, Vermelha do Centro, Tenório e Praia Grande de Ubatuba, Engenho D’Água e Armação em Ilhabela, Boraceia, Boiçucanga, Olaria e trilha do Camburizinho em São Sebastião e Maresias, e esse número não para de crescer. Somente em um dia foram recolhidas 5 máscaras pela equipe.

Com informações do Instituto Argonauta