Festa da Juçara em Ubatuba encerra neste domingo no Ubatumirim

Fonte: Prefeitura de Ubatuba
A Festa da Juçara chega a sua 6ª edição em Ubatuba. A comunidade do Sertão do Ubatumirim recebe a população local e turistas para prestigiar produtos elaborados a partir do fruto da palmeira, que será viabilizado em barracas da Associação dos Bananicultores do Ubatumirim (ABU), Camburi – Maré Alta e de outros agricultores.
O público pode esperar uma diversidade de pratos, como a vaca atolada com juçara, o blinho de juçara. O “mix” de juçara e a receita de peixe (da época) com purê de juçara.
A programação está recheada, com diversas atividades, como apresentações culturais, muita música, passeio turístico, oficina de culinária. Dentre as apresentações, estão o tradicional fandango caiçara e congada. Segundo os organizadores, a intenção é valorizar a cultura caiçara local.
Este ano, o cronograma ainda conta com uma novidade: haverá recreação gratuita para que os papais possam curtir a festa com mais tranquilidade.
Os responsáveis pela recreação são Luis Felipe e Duda Ohoe, que vêm com uma proposta de criar um local destinado à cultura para infância no contexto da festa da Juçara, trabalhando com a cultura da sensibilidade a partir dos fazeres manuais artísticos, reforçando os laços afetivos e reflexivos entre as crianças da comunidade do Sertão do Ubatumirim e a importância da prática juçareira para a vida e cultura da comunidade local.
Além das oficinas, haverá local específico para desenho livre e um espaço para acolhimento de bebês de 0 a 2 anos (local para amamentar, ou descansar o bebê durante a festa, sempre com um acompanhante responsável).
A iniciativa tem o apoio da Prefeitura de Ubatuba, por meio da secretaria de Turismo, da Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba (Fundart) e a Companhia Municipal de Turismo (Comtur).
Safra
A safra da juçara vai do final de abril ao começo de junho – época em que é feito o manuseio e a colheita. O resto do ano é o período em que o “coquinho” desabrocha.
Após ser coletada, a juçara é encaminhada para a cozinha, onde passa por um processo de despolpa por meio de um equipamento (disponibilizado na ABU – adquirido em parceria com o Ipema). A partir de então, a polpa é extraída e origina uma serie de receitas.