Personagem Fofão ressurge na “lixolândia”, em que se tornaram os rios de Ubatuba

Ao que parece vai  levar algum tempo com a pandemia ocupando o primeiro lugar entre as notícias, mas não podemos esquecer que a vida continua e a cidade está viva e pulsante, necessitando ser bem cuidada.
O desmazelo com que os rios são tratados pelos moradores, representa um atentado à natureza. O que leva um morador a descartar o que não serve para a sua casa, poluindo os rios com todo tipo de entulho? Capturamos um texto acompanhado de foto, na página do grupo TAMOIO UBATUBA, que descortina este triste e porque não trágico panorama de nossos rios.
Como bem lembra o texto a seguir, o pouco caso com a natureza está mais que presente na quantidade absurda de esgoto sem tratamento que é despejado nos rios. Só este fato gritante basta  para se ter o retrato da inoperância com que a saúde no município sempre foi tratada. Veja a seguir o texto bem elucidativo sobre o tema:
“Nas ações encontramos absolutamente tudo, geladeiras, sofás, animais mortos, fraldas, isopor, toneladas de plásticos, sem falar a imensidão de esgoto in natura dispensado diariamente nós rios de Ubatuba.
Quando achamos esse boneco, não demos atenção na hora, seguindo retirando os resíduos, e observando uma das casas soltando água com sabão da máquina de lavar bem nos igarapés, isso sim para terror.
O Fofão ficou lá, no meio do lixo, uma foto para zoeira interna, e lá está ele, em vários jornais, dando visibilidade para todas as questões que a muito tentamos solução!
Terror é a falta de saneamento básico, lixo no rio, mar com placa verde de balneabilidade, quando sabemos a quantidade de fezes que recebe diariamente.
Saneamento básico para as comunidades das margens já!”